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5 habilidades animais que adoraríamos ter também

 

Se você pudesse ter a habilidade de qualquer outra espécie, qual seria? As mais óbvias, como voar e respirar debaixo d’água? Não se apresse em fazer essa decisão. Vamos te apresentar a algumas funções corporais menos conhecidas, mas ainda incríveis, que os animais possuem (e que adoraríamos ter, também).

 

5. Sapos podem se congelar totalmente e voltar ao normal depois

Todo outono, os animais mais sãos saem das zonas mais frias onde moram e se dirigem para locais mais quentes, a fim de não congelar até a morte (ou ser dilacerados por yetis). Menos o sapo madeira (Lithobates sylvaticus), que consegue não dar a mínima para o inverno, uma vez que não espera para ser congelado: simplesmente se congela. E, quando se descongela, meses mais tarde, simplesmente sai pulando e volta aos seus negócios de sapo.

Como é que ele faz isso? Não é como se retardasse seu metabolismo e tirasse um cochilo, como os preguiçosos ursos fazem. Os sapos madeira realmente agem como se estivessem mortos, não tendo nenhuma atividade cerebral durante esse período. É literalmente uma criogenia – quando a primavera chega, eles lentamente descongelam, e estão iguaizinhos ao que eram alguns meses no passado.


Nós, seres humanos, não podemos fazer isso porque as células vivas sofrem danos quando a água dentro delas congela. Como os sapos fazem, então? Quando eles sentem o inverno chegando, seus fígados aumentam a produção de açúcar, que é então bombeado para as células, em vez de água. Uma vez que o açúcar não perde a forma quando é congelado, as células sofrem exatamente zero danos.

Se você está se perguntando o que acontece com toda a água extra que sai das células dos sapos quando o açúcar entra, os cientistas se perguntaram o mesmo. Assim, jogaram sua decência para fora da janela e dissecaram um sapo congelado para descobrir que ele tinha depositado a água debaixo sua pele como uma espécie de terno ou armadura gelada.

 

4. Pepinos do mar podem se transformar em líquido, como o T-1000


A maioria das pessoas provavelmente acha o pepino do mar a coisa mais chata do reino animal. Ele é conhecido por simplesmente sentar no fundo do oceano parecendo cocô, além de ter uma habilidade tão nojenta quanto: quando atacado, o pepino do mar literalmente verte suas tripas para fora, e depois regenera todas as partes do seu corpo que vomitou. É verdade que, se um ser humano pudesse fazer isso, essa capacidade seria considerada um superpoder, mas você certamente nunca daria a esse cara sua própria franquia de filmes.

O que a maioria das pessoas não sabe é que o pepino do mar não tem só essa habilidade. Ele pode fazer uma outra coisa que é muito mais legal, e nenhum outro ser vivo no mundo pode: ele é capaz de se transformar em um líquido.

O pepino do mar, através de “controle neurológico”, literalmente transformar seus tecidos sólidos em líquidos e, em seguida, voltar a ser sólido, apenas por diversão. É graças às fibras de colágeno especiais em seus tecidos que pepinos do mar podem se liquefazer à vontade, permitindo-lhes, literalmente, enfiar seus corpos em espaços apertados e se solidificar novamente para se esconder de predadores.

Os cientistas pensam que, uma vez que desvendarem os segredos de como os pepinos realmente fazem isso, serão capazes de reproduzir esse efeito em laboratório. Será que um dia a tecnologia vai nos permitir liquefazer nossos próprios corpos, como o T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”, para que possamos deslizar sob portas e outras coisas do tipo?

 

3. Algumas lulas têm faróis embutidos

 

Seria bem prático ter luzes embutidas no nosso corpo, que a gente pudesse ligar e desligar quando fosse necessário, para poder enxergar o caminho no escuro, não é mesmo?

As lulas havaianas (Euprymna scolopes) têm essas luzes, que funcionam de maneira incrível.

Como você deve saber, muitas criaturas do fundo do mar têm bioluminescência natural – um brilho produzido por uma reação química. A lula havaiana não tem essa capacidade. Em vez disso, forma um relacionamento com uma bactéria que tem, chamada Vibrio fischeri. A lula hospeda colônias dessas criaturas brilhantes e pode realmente controlá-las, literalmente usando sua incandescência como um par de faróis.

Se você está se perguntando porque um pequeno animal molenga que vive no fundo do mar iria querer brilhar e anunciar sua presença para predadores e presas – o que seria uma coisa muito idiota -, seu problema é que você está pensando em como as coisas são em terra, onde a escuridão é ruim.

No mar, a escuridão é a norma. Se você é uma pequena lula, predadores e presas conseguem te perceber ao nadar abaixo de você olhando para cima: isso permite que eles distingam sua silhueta contra a luz filtrada da superfície à distância.

E como você esconde sua silhueta? Você embute em um par de faróis naturais no seu corpo e os ajusta com precisão para cancelar a sua própria sombra. Bingo.

 

2. Galinhas ejetam o sêmen de parceiros indesejados

 

Um supercontrole da natalidade seria uma habilidade excelente em seres humanos, mas totalmente inútil para os animais, certo? Afinal, eles não precisam se preocupar com planejamento familiar ou ter muitas bocas para alimentar; sua sobrevivência depende de tentar reproduzir mais rapidamente do que seus predadores podem comê-los.

Mas a falta de controle de natalidade pode ser um problema para algumas espécies, como galinhas. Esses animais contam com uma hierarquia, na qual apenas os melhores galos deveriam ser autorizados a se reproduzir. Mas todos ficam amontoados em um pequeno espaço, e no calor de uma orgia frangal, pode ser difícil dizer qual galo é qual (não pediremos desculpas por termos provocado essa imagem mental – isto é ciência, não é para os fracos).

Mas no meio da tempestade frenética de penas voando, galinhas têm um plano B – elas podem ejetar o esperma de pretendentes masculinos indesejados para que não tenham os filhos desses perdedores.

Como os cientistas descobriram isso? Eles fizeram o que é possivelmente a mais bizarra experiência envolvendo galinhas: alinharam vários galos conforme seu status social e cuidadosamente registraram quanto esperma as galinhas ejetavam depois de terem acasalado com cada um deles.

Infelizmente para os machos menos dominantes, os resultados confirmaram que galinhas ejetam o sêmen desses animais mais baixos na escala social, independentemente da ordem em que foram apresentados para as fêmeas. Conclusão: as galinhas são muito espertas. (Entenda como quiser).

 

1. Gatos ronronam para se curar e podem sobreviver a quedas absurdas

 

Há uma razão para dizermos que os gatos têm sete (ou nove) vidas. Por exemplo, os cientistas pensam que, simplesmente por ronronar, eles ajudam seu corpo a curar-se mais rapidamente. É como se o Wolverine fosse na verdade um pequeno animal peludo.

Os pesquisadores notaram que os gatos não ronronavam apenas quando estavam felizes, mas também quando estavam assustados ou depois que uma pessoa os chutava. Então, fizeram um experimento e descobriram que o ronronar de um gato tem uma frequência média de cerca de 25 a 150 Hertz. Aparentemente, as frequências de som nesta faixa promovem a densidade óssea, a cura e o alívio da dor. Isto não se aplica apenas para os gatos – o som de um ronronar felino também pode ajudar a curar outros animais nas imediações, incluindo seres humanos.

Como se isso não bastasse, a natureza também construiu os gatos de forma que eles são praticamente imunes a quedas. Isso não apenas significa que eles podem cair de uma árvore e sair ilesos; um gato poderia até mesmo sobreviver a queda de um avião! Mas não tente jogar um de lá de cima, isso provavelmente vai chateá-lo.

Todos os gatos têm uma velocidade terminal de cerca de 96 km/h, nem perto da velocidade de 193 km/h de animais maiores. Para um gato, não há praticamente nenhuma diferença entre uma queda de 15 metros e uma queda de 1.500 metros, exceto que ele vai ficar no ar por alguns segundos a mais.

Na verdade, estranhamente, uma queda de quatro andares é estatisticamente mais perigosa para um gato do que uma queda de 40 andares. A probabilidade de lesões após sete andares é bem menor para os felinos porque a maioria dos gatos atinge sua velocidade terminal a essa distância, permitindo-lhes se preparar adequadamente para a queda.

 

 

 

 

Fonte: hypescience.com

 

 

 

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