Universo
 Sistema Solar
 Ar
 Água
 Solo
 Ecologia
 Seres Vivos
 Reino dos Animais
 Reino das Plantas
 Corpo Humano
 Mais Conteúdos [+]

 Seres Vivos
 Os Vírus
 Reino Monera
 Reino Protista
 Reino Fungi
 Reino Plantae
 Genética
 Citologia
 Biotecnologia
 Mais Conteúdos [+]

 Exercícios Resolvidos
 Provas de Vestibular
 Simulados On-line

 Laifis de Biologia
 Área dos Professores
 Fórum de Discussão
 Glossário Biológico

 Jogos de Ciências
 Biokids
 Macetes

 Jornal Só Biologia
 Notícias
 Curiosidades
 Dicas de Etiqueta
 Grandes Cientistas
 Indicação de Livros
 Fale Conosco

 
Busca Geral

 

 

Osmorregulação e excreção


As células vivas estão sujeitas a sofrer osmose, um processo físico-químico que as leva a perder ou ganhar água, com variação de volume. Ao longo do processo evolutivo, os animais desenvolveram diversos mecanismos para regular o processo osmótico a que estão sujeitos. Esses mecanismos constituem o que se denomina osmorregulação.


Animais osmoconfortantes


Muitas espécies de animais marinhos não sofrem osmose, pois a tonicidade de suas células e líquidos corporais é equivalente à da água salgada. Tais animais são chamados de osmoconformes e não necessitam regular a concentração de seu meio interno. Existem animais, porém, cuja a tonicidade interna é muito diferente da tonicidade do local em que vivem. Assim, precisam controlar ativamente a quantidade de água que entre e sai do corpo devido à osmose. São por isso chamados de osmorreguladores.


Osmorregulação no ambiente aquático


Animais marinhos

Tubarões e outros peixes cartilaginosos (raias, cações, quimeras etc.) são capazes de manter a tonicidade de seu sangue próxima à da água do mar.

Isso é conseguido pela síntese e acúmulo, no sangue, de uma substância denominada uréia, que se constitui em um soluto osmoticamente importante. A uréia é continuamente eliminada pelos rins, de tal maneira que o animal consegue controlar a quantidade desse soluto no sangue. Os tubarões, possuem ainda uma glândula localizada no intestino reto, que continuamente retira sais em excesso do sangue, eliminando-os pelo ânus.

Os peixes ósseos marinhos evoluíram, ao que tudo indica, de ancestrais de água doce. Como herança dessa origem, a tonicidade de seus líquidos internos é bem menor que a tonicidade da água do mar. Por isso eles estão continuamente perdendo água para o meio devido a osmose.


Para compensar essa perda, os peixes ósseos marinhos bebem água salgada e são capazes de eliminar o excesso de sal ingerido através da superfície das brânquias.

Aves marinhas como as gaivotas e os albatrozes possuem glândulas nasais especializadas em eliminar excessos de sais do corpo.  Tartarugas marinhas também possuem glândulas semelhantes, que se abrem junto aos olhos.

 


Mamíferos marinhos como golfinhos e baleias, apesar de não beberem água salgada, sempre ingerem um pouco de água do mar junto com os alimentos. O equilíbrio osmótico desses animais é conseguido por meio da eliminação de sais pelos rins na urina.

 

 

 

Curta nossa página nas redes sociais!

Mais produtos

 

Sobre Nós | Política de Privacidade | Contrato do Usuário | Anuncie | Fale Conosco

Copyright © 2008-2017 Só Biologia. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Virtuous.